Museu Virtual - Tronco, Ramos e Raízes

Biblioteca do Museu

Tronco, Ramos e Raízes.

Coletanea: Festa dos Negros do Rosário de Jardim do Seridó

"Convidamos o leitor a nos acompanhar numa viagem acadêmica e estética pelo Seridó negro, que pulsa na história, na arte, na política e nos saberes locais. Vamos juntos, pois o livro retrata parte dos encontros, das discussões coletivas, das atividades realizadas e das histórias dessas comunidades que saíram do silêncio secular em que se encontravam ainda há pouco."

Autor: CAVIGNAC, Julie; MACÊDO, Muirakytan K. de. Tronco, ramos e raízes!: história e patrimônio cultural do Seridó negro.Natal: EDUFRN, 2016.

2016

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Colóquio Franco-Brasileiro Colloque Franco-Brésilien

Coletanea: Fabricando cultura...

https://coloquiofrancobrasileiro.wordpress.com/

Autor: CIRS

Outubro 2016

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Caboclas brabas e tapuias amansados: uma história mal contada. Perigo iminente, v. 2, p. 57-63, 2012.

Coletanea: Oficinas de Fotografia na Comunidade Boa Vista - Parelhas (RN)

"O que nossos alunos sabem do processo colonizador na Capitania do Rio Grande? Quem ouviu falar de Antônio Paraúpaba, Pedro Poti ou Dom Filipe Camarão? Por que a chamada Guerra dos Bárbaros não é reconhecida como um dos maiores movimentos de resistência indígena da história do país? Por que, na era digital, é tão difícil ter acesso à documentação histórica? Quantos índios foram mortos, escravizados, aldeados e deportados? Onde eles foram parar? E hoje? Por que só lembramos dos índios no mês de abril, num dia em que ninguém comemora nada? E, afinal de contas, por que tanta desconfiança quando se fala em despertar étnico em terras potiguares? No Brasil do século XXI, os índios têm dificuldade em fazer valer seus direitos num país que declara em alto e bom tom sua pluralidade cultural. Ainda pior, são vistos como impedimento ao progresso ou são ignorados pela grande parte da população, relegados a um passado heróico."

Autor: Julie Cavignac

2012

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O Incra e os desafios para a regularização dos territórios quilombolas

Coletanea: A Boa Vista no tempo

Aniceto Cantanhede Filho, Andrea Flávia Tenório Carneiro, Caroline Ayala, Celeste Ciccarone, Dalívia Bento Bulhões, Flávio Luís Assiz dos Santos, Francieli Marinato, Gilca Garcia de Oliveira, Guiomar Inez Germani, Ieda Cristina Alves Ramos, José Rui Cancian Tagliapietra, Julie Cavignac, Leandro Mitidieri, Luciana Job, Mariza Rios, Osvaldo Martins de Oliveira, Renata Bortoletto Silva, Sandro José da Silva, Sebastião Henrique Santos Lima, Simone Raquel Batista Ferreira, Sue Nichols, Tércio Fehlauer

Autor: Vários Autores

2006

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A professora Francisca Benvinda do Amaral e os alunos

Coletanea: A Boa Vista no tempo

A professora Francisca Benvinda do Amaral e os alunos Bibiano, Raimundo, Augusto, Manoel Miguel, José, Zé Miciano, João, Emiliano, Zé vieira, Vitória, Maria Julia, Antonia Maria, Maria Grande, Geralda, Santina, Geraldina. Não foi possivel identificar os demais (21/11/1957)

Autor: Desconhecido

21/11/1957

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Exposição sobre história da Boa Vista

Coletanea: A Boa Vista no tempo

Apresenta as atividades desenvolvidas para o dia da Consciência negra.

Autor: Wanderley Filho

2012

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Festa dos Negros do Rosário em Jardim do Seridó RN

Coletanea: Festa dos Negros do Rosário de Jardim do Seridó

Imagens da Boa Vista e da festa em Jardim do Seridó

Autor: Tvsocialmidia

Dezembro 2016

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Diversidade do campesinato: expressões e categorias – vol. I – Construções identitárias e sociabilidades

Coletanea:

Autor: Emilia Pietrafesa de Godoi, Marilda Aparecida de Menezes e Rosa Acevedo Marin (Orgs.)

2009

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OS FIOS DA MEMÓRIA: PRESENÇA AFRO-BRASILEIRA EM ACARI NO TEMPO DO ALGODÃO

Coletanea:

A história da expansão colonial nos sertões do Seridó no século XVIII e a fixação dos primeiros povoadores em torno das fazendas de gado e, mais tarde, da cultura do algodão, ocultou a presença afrodescendente. Por outro lado, a escravidão é vista como ”branda” e como um fenômeno secundário pelo fato de ter um reduzido número de escravos em relação ao litoral açucareiro. Porém, não se podem minimizar as marcas que deixaram mais de três séculos de dominação colonial, pois a violência simbólica ainda persiste. Este trabalho tem como objetivo refletir sobre as causas e as consequências do silenciamento da presença afro-brasileira e da invisibilização dos núcleos familiares no município de Acari. Através das memórias das famílias Nunes, Inácio e Pereira, antigas moradoras do Saco dos Pereira, e das famílias Pedros, Paulas, Higinos e Félix, antigos moradores das fazendas da região, pretende-se refletir sobre as atividades de sobrevivência, as relações de trabalho, a propriedade da terra e os esbulhos ocorridos nos séculos XIX-XX, bem como mostrar a importância das tradições familiares na elaboração dos discursos sobre o passado e das identidades diferenciadas. A metodologia utilizada durante a pesquisa teve como foco as entrevistas que contemplam as histórias de vida e as memórias dos nossos interlocutores, em particular os afrodescendentes. Os relatos colocam uma luz sobre as vivências no período algodoeiro, os ofícios realizados na fazenda (vaqueiro, louça, bordado, culinária) e mostram a importância das famílias negras para entender o cenário Acariense. Também, fotos e documentos cartoriais foram coletados para melhor compor as histórias de vidas. O estudo revela a presença de muitas famílias negras agregadas às fazendas e mostra que existe outra versão da história local, tendo como protagonistas àqueles cuja memória foi silenciada e que ficaram marcados pelo estigma da escravidão.

Autor: Danycelle Pereira da Silva

2014

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Nego Veio é um sofrer: representação e subalternidade numa irmandade negra do seridó

Coletanea: Festa dos Negros do Rosário de Jardim do Seridó

Este é um livro sobre a irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Sebastião da cidade de Jardim do Seridó (RN) e os múltiplos dilemas vivenciados pelos negros do Rosário na irmandade, ao estabelecerem relações com intelectuais, autoridades públicas, padres etc. O objetivo do livro é problematizar o discurso da valorização cultural da irmandade e dos negros do Rosário por parte da cidade de Jardim do Seridó. Os negros do Rosário são o grupo responsável pela maior parte do ritual realizado anualmente durante os dias da festa em devoção a Nossa Senhora do Rosário e São Sebastião, organizado pela própria irmandade. O grupo é conhecido pela performance de uma dança que leva o nome de espontão, pelo som de uma banda de pí- faro e a presença do reinado. Ele tem uma visibilidade e apoio na cidade que não podem ser negligenciados. Essa valorização da instituição é feita através de doações, ajudas de caráter assistencialista e, principalmente, convites para que os negros do Rosário se apresentassem em ocasiões festivas dentro e fora da cidade. Com o desenvolver da pesquisa, ficava cada vez mais claro que a relação entre elites e negros era algo 16 permanente e constitutivo da própria irmandade. Porém, a questão é que elites e negros do Rosário possuem acessos diferentes à irmandade. Nota-se, por exemplo, que se o grupo é o protagonista da irmandade, são as elites quem o representam e quem toma as decisões administrativas da instituição. São essas relações assimétricas no contexto da irmandade que são o tema central desta etnografia.

Autor: Bruno Goulart

2016

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OS “TRONCOS VELHOS” E OS “QUILOMBINHOS”: MEMÓRIA GENEALÓGICA, TERRITÓRIO E AFIRMAÇÃO ÉTNICA EM BOA VISTA DOS NEGROS (RN)

Coletanea: A Boa Vista no tempo

Durante a pesquisa visando à elaboração do relatório antropológico de Boa Vista dos Negros, comunidade quilombola do Seridó (RN), verificamos que o grupo conserva uma longa memória genealógica e que, apesar das mudanças ocorridas na organização econômica e social do grupo, as principais formas de solidariedade foram mantidas. Queremos, aqui, refletir sobre a importância da noção de família, a transmissão dos nomes e da memória genealógica na definição do território quilombola. Na ocasião, serão analisados como os elementos da cultura tradicional são ressignificados ao longo do processo de afirmação étnica.

Autor: JULIE A. CAVIGNAC

09/2008

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As voltas da história: terra, memória e educação patrimonial na boa vista dos negros

Coletanea: A Boa Vista no tempo

Os africanos tiveram um papel central no desenvolvimento econômico, social e cultural do Nordeste brasileiro: como escravos, participaram ativamente da ocupação do território e dos processos produtivos (cana de açúcar, gado e algodão), teceram solidariedades em torno das irmandades, se organizaram em comunidades quilombolas, perpetuaram histórias, práticas e saberes. No entanto, a historiografia oficial invisibilizou essa presença e menosprezou a importância da mão de obra negra, especialmente pouco se sabe sobre os libertos muito antes da Abolição. Apresentamos alguns elementos que indicam a existência de outra história e de processos constitutivos de uma amnésia generalizada quando se fala do “tempo do cativeiro”. A memória e a tradição cultural auxiliam no exercício da evocação do passado, mostram os caminhos percorridos para recuperar uma história que ainda fica para ser escrita, justificando as buscas recentes pelos direitos territoriais por parte dos grupos detentores dessa história. O exemplo da comunidade quilombola de Boa Vista que redescobre seu passado na hora da reivindicação do território coletivo ilustra a difícil e necessária tomada de consciência de uma memória silenciada durante séculos

Autor: JULIE A. CAVIGNAC

2013

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Os sítios arqueológico em Santana do Matos (RN)

Coletanea: Santana do Matos/RN

Reportagem sobre os sítios arqueológicos em Santana do Matos (RN) da TV SANTANA

Autor: TV Santana

2013

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