Museu Virtual - Tronco, Ramos e Raízes

Festa dos Negros do Rosário de Jardim do Seridó

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Autor: Soraya

30/12/2015

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30/12/2015

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30/12/2015

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Autor: Soraya

30/12/2014

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Tronco, Ramos e Raízes.

"Convidamos o leitor a nos acompanhar numa viagem acadêmica e estética pelo Seridó negro, que pulsa na história, na arte, na política e nos saberes locais. Vamos juntos, pois o livro retrata parte dos encontros, das discussões coletivas, das atividades realizadas e das histórias dessas comunidades que saíram do silêncio secular em que se encontravam ainda há pouco."

Autor: CAVIGNAC, Julie; MACÊDO, Muirakytan K. de. Tronco, ramos e raízes!: história e patrimônio cultural do Seridó negro.Natal: EDUFRN, 2016.

2016

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Festa dos Negros do Rosário em Jardim do Seridó RN

Imagens da Boa Vista e da festa em Jardim do Seridó

Autor: Tvsocialmidia

Dezembro 2016

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Nego Veio é um sofrer: representação e subalternidade numa irmandade negra do seridó

Este é um livro sobre a irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Sebastião da cidade de Jardim do Seridó (RN) e os múltiplos dilemas vivenciados pelos negros do Rosário na irmandade, ao estabelecerem relações com intelectuais, autoridades públicas, padres etc. O objetivo do livro é problematizar o discurso da valorização cultural da irmandade e dos negros do Rosário por parte da cidade de Jardim do Seridó. Os negros do Rosário são o grupo responsável pela maior parte do ritual realizado anualmente durante os dias da festa em devoção a Nossa Senhora do Rosário e São Sebastião, organizado pela própria irmandade. O grupo é conhecido pela performance de uma dança que leva o nome de espontão, pelo som de uma banda de pí- faro e a presença do reinado. Ele tem uma visibilidade e apoio na cidade que não podem ser negligenciados. Essa valorização da instituição é feita através de doações, ajudas de caráter assistencialista e, principalmente, convites para que os negros do Rosário se apresentassem em ocasiões festivas dentro e fora da cidade. Com o desenvolver da pesquisa, ficava cada vez mais claro que a relação entre elites e negros era algo 16 permanente e constitutivo da própria irmandade. Porém, a questão é que elites e negros do Rosário possuem acessos diferentes à irmandade. Nota-se, por exemplo, que se o grupo é o protagonista da irmandade, são as elites quem o representam e quem toma as decisões administrativas da instituição. São essas relações assimétricas no contexto da irmandade que são o tema central desta etnografia.

Autor: Bruno Goulart

2016

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Rosário Negro

Imagens da apresentação do filme Rosário Negro no CERES, UFRN (2014)

Autor: Isaac Luna

Julho de 2014

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Festa dos Negros do Rosário em Jardim do Seridó RN

Vídeo sobre a Festa que acontece do dia 30 de Dezembro ao dia 1 de Janeiro.

Autor: TV social mídia

4/01/2016

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A cruz da negra

A cruz da negra (35mn) Direção: Cécile Chagnaud e Laize Sebastiana Fernandes Bezerra, Swesley Judinara da Cruz, Suyanne Maroyse da Cruz, Sheera Mayane da Cruz, Daniel Pereira dos Santos, Lucresia Costa do Nascimento, Amanda Cristina Alves de Araújo, Valdeir Dantas Fernandes, Andréa Matias dos Santos, Francimária Araújo de Paiva, Mariclécia Bezerra de Araújo, Elenice Luanara Vieira de Oliveira, Mônica Damiana Silva dos Santos e Jardelly Lhuna da Costa Santos. Participação especial: Suyanne Maroyse da Cruz. Produção: Julie Cavignac Ano: 2013 Local da realização: Espaço Nordeste - Parelhas / UFRN - Natal / Paris Resumo: A partir de uma oficina de áudiovisual de formação artística realizada em março de 2013 com alunos das escolas publicas da cidade de Parelhas (RN), alguns deles pertencendo à comunidade quilombola da Boa Vista, foi realizado um pequeno ensaio videográfico sobre uma narrativa do surgimento de santuários tendo em comum a figura de uma negra morta de fome em circunstâncias dramáticas. Os objetivos da oficina eram promover um exercício de filmagem com enquadramento com os adolescentes, fazer uma introdução à captura de imagem e som com a câmera e promover uma reflexão sobre a história e a presença afro-brasileira na região. Na ocasião, foi feito uma capacitação sobre a importância da imagem com uma breve história do cinema e o uso de recursos audiovisual como linguagem, foram feitas algumas apresentações dos gêneros cinematográficos e os alunos tiveram a oportunidade de escolher um ou dois gêneros a ser utilizado no filme. No desenvolvimento da oficina, foram relatadas as versões das narrativas sobre as Cruzes das negras, foi promovido um debate sobre a recorrência destas narrativas em nível local e a questão da discriminação racial. Foram feitas visitas na comunidade de Boa Vista, com gravações numa casa velha assombrada e entrevista com D. Geralda, visitas à Cova da negra na serra das Queimadas e à Cruz do Monte. Esta primeira experiência possibilita um maior envolvimento dos adolescentes com temas que não são debatidos no cotidiano Documentário disponível no museu virtual do Programa PROEXT-SESU [http://tronco.cchla.ufrn.br]. CIRS - Cultura, Identidades e Representações Simbólicas, Departamento de Antropologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Autor: Cécile Chagnaud

2013

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Os Negros do rosário e a dança do Espontão - Comunidade quilombola Boa Vista dos Negros

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) reconheceu e declarou como terras da comunidade remanescente de Quilombo da Boa Vista dos Negros, a área de 445,2676 hectares localizada no município de Parelhas, estado do Rio Grande do Norte (RN), no Território da Cidadania do Seridó. A comunidade da Boa Vista dos Negros existe há mais de 300 anos e possui uma identidade negra e traços marcantes que caracterizam uma comunidade quilombola. Ela faz parte das Irmandades do Rosário e realiza a tradicional dança do Expontão. Ao chegarem em território brasileiro, os negros em condição de escravos eram imediatamente batizados e "instruidos" a seguirem o catolicismo. No entanto, essa conversão se dava apenas de forma superficial, pois as religiões de orígem africana, conseguiram permanecer, geralmente, através de práticas secretas. Os negros escravos, mesmo sem muita catequese, tornavam-se católicos, no entanto, persistiam com suas tradições africanas. A exemplo desse fato, temos a irmandade do Rosário da Boa Vista dos Negros, com sua dança do Espontão e demais tradições.

Autor: Isaac Jotan de Luna

23/04/2014

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